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Santa Catarina notifica 16 casos de febre amarela e confirma um desde o início do ano

Nenhuns dos casos em investigação foram previamente vacinados contra a febre amarela

Redação ND
Florianópolis
07/02/2018 às 22H32

A DIVE/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina) divulgou o segundo boletim do ano sobre a situação epidemiológica da febre amarela, vigilância de epizootias de PNH (primatas não humanos) e eventos adversos pós-vacinação, em Santa Catarina, nesta quarta-feira (7). Entre 1º janeiro e 6 de fevereiro de 2018, foram notificados 16 casos suspeitos de febre amarela no Estado, dos quais apenas um foi confirmado.

Mosquito transmissor da febre amarela - Agência Brasil/ Divulgação
Mosquito transmissor da febre amarela - Agência Brasil/ Divulgação


Outros 12 casos foram descartados, seis pelo critério laboratorial e seis pelo critério clínico epidemiológico, e três ainda estão sendo investigados, aguardando resultado laboratorial. Dentre os que estão em investigação, um teve histórico de deslocamento para Minas Gerais, nos 15 dias antes do início dos sintomas, e dois tiveram histórico de deslocamento para áreas com recomendação de vacina dentro do Estado.

Nenhuns dos casos em investigação foram previamente vacinados contra a febre amarela. Dois dois dos possíveis infectados residem em Lages e Nova Itaberaba, municípios que fazem parte da área com recomendação de vacina, e um é morador de Joinville, cidade sem esta recomendação. O caso confirmado da doença é de um residente do município de Gaspar, que viajou para o município de Mairiporã, município da região metropolitana de São Paulo, o que caracteriza como sendo um caso importado.

No período de julho de 2017 até esta terça-feira (6), foram notificadas 61 epizootias em 83 PNH em 26 municípios de Santa Catarina. Dos 83 macacos infectados, apenas quatro ainda estão vivos e 23 tiveram a causa do óbito indeterminada, sem possibilidade de diagnóstico devido à ausência de coleta de amostras para análise.

Evento adverso pós-vacinação é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico. No período de 1º de janeiro a 6 de fevereiro de 2018, foram notificados cinco casos suspeitos de evento adverso grave após a vacinação contra a febre amarela em Santa Catarina. Quatro deles foram descartados e um, de Itajaí, continua em investigação aguardando resultado laboratorial.

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