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Domingo, 17 de Dezembro de 2017
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Câmara faz jogo do lobby das petroleiras e mantém desoneração

    O imbróglio com o vaivém da Medida Provisória 795 no Congresso Nacional deixou a Câmara Federal em situação vexatória – e suspeita. Os deputados que derrubaram emenda do Senado são cobrados por base e oposição a se explicarem por que mantiveram desoneração tributária até 2040 para as petroleiras estrangeiras que exploram o pré-sal, enquanto a Lei de Diretrizes Orçamentárias determina que não passe de 5 anos. O Senado alterou para 5 e os deputados, em nova votação, mantiveram até 2040. O lobby pesado das estrangeiras foi grande na Câmara.

    Do seu, do nosso

    A desoneração recorde mundial vai tirar do Tesouro algo perto de R$ 1 trilhão pelos próximos 23 anos se o presidente Michel Temer sancionar a MP.

    Par e passo

    Atropelando o que manda a LDO, o relator Júlio Lopes tem repetido na justificativa da extensão do prazo que os contratos petrolíferos são de 35 anos e deve haver coerência.

    Apetite

    A bancada federal de Minas Gerais cresceu os olhos.[...]

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  • PSDB planeja conversar com relator da Reforma da Previdência

    Com a tentativa de votação da Reforma da Previdência adiada para fevereiro, o Governo investe no Plano B de trabalhar no recesso em interlocução com os indecisos – como a Coluna antecipou. Mas os deputados não esperaram. Um membro da executiva do PSDB confirma que, ainda que o apoio seja sem ressalvas e que o partido não exija nada em troca, o objetivo é conversar com o relator da PEC, deputado Arthur Maia, para chegar a um “texto mais justo para a transição do modelo antigo para o atual”. Mas Arthur Maia diz que tudo dependerá de quantos votos o PSDB vai entregar.

    Bate ponto

    Nem tomou posse como novo ministro da Articulação Política do Palácio, o deputado Carlos Marun foi tratado ontem como ministro pelos pares. E atuou como tal.

    Ruas travadas

    A Reforma foi adiada, mas sindicatos de rodoviários garantem paralisação nacional na terça (19). Querem tirar do trabalho 2 milhões de profissionais. E deixar você a pé.

    Novo$ tempo$

    Robson de Andrade,[...]

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  • O ex-presidente Lula da Silva deve ficar inelegível em 2018

    A aposta de parlamentares – da base e oposição – e investigadores (não da Lava Jato) consultados pela Coluna sobre o julgamento do recurso do ex-presidente Lula da Silva no TRF da 4ª Região, dia 24 de janeiro em Porto Alegre: O tribunal vai endossar a condenação do petista em primeira instância e o deixa inelegível. Diante do clamor da militância e possível início de tumulto nas capitais, o juiz Sérgio Moro decreta sua prisão domiciliar, para que não faça atos públicos e infle os seguidores nas ruas.

    Mas..

    .. obviamente Lula também pode ser inocentado pela maioria dos desembargadores que julgarão o caso. Experientes advogados apontam falhas no processo.

    Enquanto isso

    A classe política vai pressionar ministros do STF para derrubar ou flexibilizar a Lei da Ficha Limpa até junho, na tentativa de Lula se candidatar. E outros enrolados também.

    Battisti na mira

    O ministro do STF Luiz Fux negou recurso do italiano Cesare Battisti de acesso a cópias de[...]

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  • Medidas previstas no Orçamento ainda não foram aprovadas

    O Governo terá que se desdobrar em 2018, ano de eleição, para aprovar seis medidas já previstas no Orçamento que, entre aumento de receitas e diminuição de gastos, representam R$ 23 bilhões – 15% da meta fiscal prevista. O problema é que das seis medidas, apenas uma está pronta para ser votada – e encontra resistências: a PEC da reforma da Previdência. Outras três sequer começaram a tramitar, porque aguardam a instalação das comissões que vão discuti-las. Entre elas está a polêmica MP 805, que aumenta a contribuição previdenciária de servidores.

    Contra o tempo

    Ainda que consiga articular o apoio para aprovar todas essas matérias, o Palácio precisa ficar de olho no tempo: a MP 805 só teria efeito prático três meses após a aprovação.

    Clima natalino

    O ministro Dyogo Oliveira, do Planejamento, admite falta de espaço na pauta, mas diz não estar preocupado: “todo final de ano os deputados fazem aquele esforço extra”.

    E o lavrador que[...]

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